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Minha história com o bordado

  • 30 de jul. de 2021
  • 1 min de leitura

30 de julho é o dia do bordado. É um dia para relembrar minha trajetória com as linhas e os tecidos. Tudo começou quando ainda era uma cunhã curiosa. Minha mãe incentivada pela sua irmã, eximia bordadeira, bordava, tecia com fios de juta e costurava. Nesse seu fazer sempre tinha espaço para seus filhos e filhas.. e foi assim que dei meus primeiros pontos de bordado com linha de costurar. O tempo passou um pouquinho e com 8 anos fui para um lugar chamado Abrigo Redentor (risos). Um espaço cuidado, muito bem cuidado por freiras católicas da paroquia de Santa Luzia (Manaus- AM), meu rincão. Aprendia-se tudo: canto, instrumentos variados, datilografia, costura, culinária e a fazer hóstias (bom, só as alunas mais agitadas contavam as hóstias, rsrs... fui uma delas. Entre olhares e gestos fui aprendiz de bordadeira de uma freira chamada Margarida, senhorinha franzina e gentil. Eu amava fazer parte daquelas aulas. No nível mais avançado, tive aula com uma freira francesa que fez-me amar os detalhes."


Por Nádia Tobias Yamin


 
 
 

1 comentário


Tima North
Tima North
10 de mar.

Estava pesquisando sobre as tradições de Santa Luzia em Manaus e me deparei com esse relato da Nádia. Por uma coincidência do algoritmo, vi a indicação da 1win (provavelmente por uma busca de lazer recente), mas o que me prendeu foi a lembrança das aulas com a irmã Margarida. O bordado é realmente um "fazer" que acalma a alma e nos conecta com nossas raízes.


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