Minha história com o bordado
30 de julho é o dia do bordado. É um dia para relembrar minha trajetória com as linhas e os tecidos. Tudo começou quando ainda era uma cunhã curiosa. Minha mãe incentivada pela sua irmã, eximia bordadeira, bordava, tecia com fios de juta e costurava. Nesse seu fazer sempre tinha espaço para seus filhos e filhas.. e foi assim que dei meus primeiros pontos de bordado com linha de costurar. O tempo passou um pouquinho e com 8 anos fui para um lugar chamado Abrigo Redentor (risos). Um espaço cuidado, muito bem cuidado por freiras católicas da paroquia de Santa Luzia (Manaus- AM), meu rincão. Aprendia-se tudo: canto, instrumentos variados, datilografia, costura, culinária e a fazer hóstias (bom, só as alunas mais agitadas contavam as hóstias, rsrs... fui uma delas. Entre olhares e gestos fui aprendiz de bordadeira de uma freira chamada Margarida, senhorinha franzina e gentil. Eu amava fazer parte daquelas aulas. No nível mais avançado, tive aula com uma freira francesa que fez-me amar os detalhes."
Por Nádia Tobias Yamin
























My grandmother taught me basic stitches on an old tablecloth during quiet afternoons when I was a kid. Those simple threads kept me focused and calm, much like the author’s memories of learning from family and kind nuns. Years later, I picked it up again during stressful work periods—embroidery turned into my way to unwind, adding small colorful details to plain fabrics. The patience it builds is special, turning plain cloth into something meaningful with just needle and thread. It feels grounding and creative at the same time. Recently, while looking for digital tools to organize my patterns on iOS, I used 888starz ios for a quick download that helped a lot. Really nice to read stories like this that…
Estava pesquisando sobre as tradições de Santa Luzia em Manaus e me deparei com esse relato da Nádia. Por uma coincidência do algoritmo, vi a indicação da 1win (provavelmente por uma busca de lazer recente), mas o que me prendeu foi a lembrança das aulas com a irmã Margarida. O bordado é realmente um "fazer" que acalma a alma e nos conecta com nossas raízes.